O Instituto

O Instituto Social Ser Feliz, é uma OSC, e foi constituído em 2011 e possui a finalidade de promover a inclusão social através da inclusão digital.

Os impactos sociais, econômicos e educacionais são imensos quando a inclusão digital de fato é introduzida na vida do cidadão, em especial para as populações de baixa renda.

Demonstrar que a internet é muito mais do que somente entretenimento e redes sociais, a internet é um canal de geração de valor, renda e inclusão.

Há mais de 15 anos o Instituto Social Ser Feliz vem desenvolvendo, implantando soluções tecnológicas para educação, segurança pública, saúde e diversos outros setores, em conjunto com a capacitação de alunos, professores, pais de alunos, idosos, deficientes físicos, servidores e a população em geral, trazendo uma real inclusão social, empreendedorismo, conhecimento, uma melhoria de vida para as pessoas e gerando valores para elas.

Diretoria

A diretoria do Instituto é formada por 5 membros, além de um advogado para suporte jurídico.

São 2 conselheiros fiscais, contadores por formação, com mais de 2 décadas de atuação em contabilidade empresarial.

Um especialista em mídias sociais e estratégias digitais, uma tesoureira e um presidente, completam a diretoria.

A presidência, atualmente é ocupada  pelo empreendedor Fabrício Cruz, economista e administrador de empresas por formação, com 25 anos de experiência de mercado financeiro, com passagens pelos banco Lloyds Bank, Bradesco, Santander, e Itaú, em diversas posições, além de empresas como Unilever e Rede Globo, pai de um rapaz de 23 anos que chama de “minha vida”.

"Temos como missão o desenvolvimento de projetos de inclusão social e inclusão digital há mais de 10 anos, trazendo  desenvolvimento social, econômico e conhecimento para a população Brasileira."

"Poder contribuir de alguma forma com a sociedade é algo mágico, e viciante, me lembro há mais de 30 anos, quando participei de minha primeira ação social, era voltada para o meio ambiente, na Barra da Tijuca, foi muito legal, e gerou muito engajamento. Isso foi em 1991"

“Você tem aqueles que inventaram o software e os computadores, Tim Berns Lee nos apresentou a web, mas quem te ensinou a usar a internet? Para o que serve? No Brasil, a internet é usada pela enorme maioria como um canal de distração e entretenimento. Sem a alfabetização digital há ainda a vulnerabilidade do usuário na internet perante aos crimes cibernéticos que crescem a cada dia. A Internet é uma porta para a Inclusão Social, um canal de geração de valor, um pilar para o desenvolvimento educacional das novas gerações”  - comenta Fabrício

 

Projetos & Ações Sociais

Desde 2011, dezenas de ações sociais foram realizadas.

Em especial nos estados do Rio de Janeiro, Goiás e São Paulo.

São ações que promovem a inclusão social através de suporte, capacitação e orientação específica, doação de alimentos, gincanas infantis, atendimento jurídico, entre outros.

Os núcleos atendidos compreendem desde crianças no ensino fundamental, adultos, deficientes físicos, e idosos.

As ações sociais, são realizadas com recursos privados proveniente de patrocínios de empresas, doações de pessoas físicas, e recursos privados dos mantenedores do Instituto.

O Instituto também desenvolve projetos customizados e certificados em inclusão digital para órgãos públicos. Parte dos recursos são provenientes do setor público, contratante, e o restante dos recursos utilizados são provenientes da iniciativa privada e voluntariado. Isso permite que projetos de grande porte, com atendimentos a diversos núcleos populacionais, tenham custo reduzido, muitas vezes inferior a aquisição de um software ou insumos de informática, que nesse caso também são doados pelo Instituto Social Ser Feliz.

Inclusão Digital

Esse é um daqueles conceitos que cada um pode ter uma ideia diferente. Em regra, pensamos nessa inclusão como “levar acesso à internet” às pessoas. Mas que tipo de acesso? 

Por quais aparelhos? 

Quão limitado e qual a qualidade desse acesso? 

Quando podemos falar que alguém está incluído digitalmente?

A inclusão digital, para acontecer, precisa de três instrumentos básicos, que são: dispositivo para conexão, acesso à rede e o domínio dessas ferramentas, ou seja CAPACITAÇÃO, pois não basta apenas o cidadão possuir um simples computador conectado à internet para que ele seja considerado um incluído digital.

Para entender a questão, observemos a análise da cientista política e professora da USP Marta Arretche. Considerando pesquisas da área, ela analisa dois tipos de usuários na internet: Cidadãos de primeira classe: esses são os que conseguem usar a internet de forma ilimitada, realizando atividades complexas, como produção de textos ; Cidadãos de segunda classe: esses são os que têm acesso limitado, usando, principalmente, celulares e acessando redes sociais. Geralmente, políticos e mercados, ao falarem de inclusão digital, não fazem essa divisão entre as classes. De fato, se olharmos o Brasil dessa forma, como um todo, nosso país possui um índice de inclusão digital bem acima da média mundial. Mas se considerarmos que os ”cidadãos de primeira classe” são os que  conseguem benefícios reais com o acesso – como oportunidades de emprego, educação e consumo de conteúdos de qualidade -, teremos que fazer essa separação"

A inclusão Digital é o nome dado ao processo de democratização do acesso às tecnologias da informação, de forma a permitir a inserção de todos no mundo digital como instrumento de construção e exercício da cidadania.

A base do projeto está ligada na promoção da Tecnologia da informação como forma de gerar emprego e renda para a população, além de ampliar o desempenho de estudo dos alunos em fase escolar, tanto para o ensino médio como para alunos do ensino fundamental, importante salientar que a customização do projeto é essencial, visto que, cada localidade possui singularidades e necessidades específicas. Pelo Brasil afora, podemos observar projetos de “inclusão digital” que na verdade não passam de salas de informática com uso de software padrão, muitas destas salas se encontram paradas ou sucateadas, mesmo após grandes investimentos.

A inclusão digital plena, ocorre quando observamos um quadro de melhora, isto é, de um indivíduo, de um nicho social ou de uma sociedade, com o uso adequado da tecnologia da informação.

“A internet e as suas oportunidades não são o futuro, mas sim o presente”

https://inclusaodigitalnobrasil.com.br/

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